Abril 2013
DIA 06/04- WORK SHOP DE LIONS QUEST
DISTRITO LC12 - REGIÃO C
PDG E PRIMEIRO VICE - GOVERNADOR CL JOSÉ MARIA
NO SALÃO DA PMJM - DE 12:00 ÀS 18 HORAS
Fotos CL Clever Machado - Lions Sobral
GOVERNADOR GUTTEMBERG F. UCHÔA E DM CaL MARIA CARMEN
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"O erro
com o qual aprendi muito foi em 2005, quando eu estava na liderança das
500 milhas de Indianápolis. Tive que decidir entre economizar
combustível o suficiente para terminar a prova, o que significava
desacelerar, ou seguir lutando pela vitória. Fui conservativa e
economizei o combustível para chegar ao final, mas terminei em quarto
lugar."
-Danica Patrick, pilota das 500 milhas de Indianápolis
Prezados Leões,
Estamos
em abril. Isto significa que já se passaram três trimestres deste ano
Leonístico. Temos somente mais três meses. Você irá economizar
combustível o suficiente para terminar a corrida ou vai acelerar para
chegar logo à linha de chegada? A sua resposta a esta pergunta irá
realmente definir o seu ano.
Quero
que vocês todos acelerem!!! Com três meses pela frente, podemos ainda
fazer muito mais, como fundar novos clubes e convidar novos sócios.
Ao
nos aproximarmos da nossa 4ª parada e final, os governadores de
distritos devem incentivar os clubes a participarem da nossa campanha de
ação "Proteção ao Meio Ambiente," e a se empenharem para que pelo menos 50% dos clubes participem do Programa de Atividade de Leitura. Este
é o momento de terminar o ano com chave de ouro, fundando um novo clube
e tendo um aumento líquido de afiliação (um requisito para o Prêmio de Excelência de Governador de Distrito).
Os
presidentes de clube devem assegurar de que seus clubes estejam em dia
com as suas obrigações e que tenham um crescimento líquido no final do
ano (um requisito do Prêmio de Excelência de Clube).
Atualmente, mais de um terço dos clubes ainda não convidou um novo
sócio este ano. Esta representa uma oportunidade para adicionar pelo
menos 15.000 sócios antes do ano terminar.
Tenho a satisfação de reportar que até o final de março, ultrapassamos 60.000 atividades do Programas de Atividade de Leitura,
servindo mais de 6 milhões de pessoas em todo mundo. Esta é uma
realização incrível e um indicativo do espírito Leonístico de servir ao
desprivilegiado. Para aqueles clubes que ainda não participaram do
programa, ainda há tempo. É fácil e uma excelente maneira de fazer a
diferença na sua comunidade.
Vamos encerrar o ano vitoriosos! Não deixe de usar todo o combustível que ainda estiver no tanque até que o ano termine.
Cordialmente,
Companheiro Wayne Madden
|
|
| Lions Clubs International e LCIF | 300 W. 22nd St. | Oak Brook, IL | 60523 | EUA
| |
IX CONVENÇÃO DISTRITO LC12 EM CAXAMBU 12,13,14 DE ABRIL 2013
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| Abertura dos Trabalhos |
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| CaL Ilca faz relatório da Região C |
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| Primeiro dia de trabalho |
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| Segundo dia de trabalho |
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| CaL Selma Aragão ( Governadora do DLC 1)CL Guttemberg e CL Arbache |
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| Delegação do Lions Clube de João Monlevade Centro |
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| CL Xisto ( Lions Sobral) CaL Maria Helena e CaL Auxiliadora |
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| Cal Auxiliadora e o patrono da ConvençãoCL Walter Monachesi |
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| Prontas para o Baile: CaL Ilca, CaL Ana Arsênie e CaL Auxiliadora |
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| Maria Clara últimos momentos como Garota Lions |
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| A gatinha Maria Clara Garota Lions DLC12 AL 2011/2012 |
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| Aguardando a hora do Baile: CaL Ana Cristina, CL Xisto e CaL Ignês |
| Meninas anos 60 Auxiliadora e Ilca |
| Tháis desfilando |
| Thaís lendo sobre a sua cidade com a CaL Rose |
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| A Garota Lions João Monlevade Centro Thaís Dias Pereira |
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| A CaL Neusa e as Garotas Lions Vitória e Thaís |
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| Comissão Julgadora do Álbum Concurso Pena de Ouro |
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| A emoção do recebimento do troféu de primeiro lugar dedicado à CaL Janete |
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| O Álbum vencedor do Concurso Pena de Ouro |
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| Homenagem do Governador eleito CaL José Maria e sua DM aos companheiros |
Posse do COMTI ( Conselho Municipal da Terceira Idade) no dia 15/04/2013 na sala Leonardo Diniz na Prefeitura Municipal de João Monlevade/MG
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| A CaL Maria Helena , vice-presidente do COMTI |
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| Apresentação do Coral da Convivência Feliz ( Lions Centro-Bar ACM) |
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| O músico e cantor Rogério Salomão regendo o Coral |
Reunião do Lions Centro com homenagem à Garota Lions do Clube a Gatinha Thaís dos companheiros Alexandre Pereira e Márcia e à CaL Janete pela confecção do Álbum Pena de Ouro 2013.
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| A Garota Lions Centro Thaís exibindo seu Certificado de Participação |
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| A CaL Janete exibindo seu Certificado de Participação |
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| A CaL Janete Aparecida Carvalho de melo e seu merecido troféu |
Reunião na Câmara Municipal com o IEF, ArcelorMittal, Secretaria de Meio Ambiente para definição da Semana de Meio Ambiente 2013
Elaborar atividades para Semana do Meio Ambiente em Junho
|
9 abr
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| ||||
Todos os anos, o IEF e seus parceiros, expõem as atividades e estratégias para promoção da Semana Mundial de Meio Ambiente.
A iniciativa é valiosa para divulgação e aproximação dos órgãos ambientais competentes, principalmente na efetivação de resultados satisfatórios para o município.
Sua participação será de fundamental importância para o alinhamento das atividades integradas, por isso, vamos agendar a 1ª reunião para consolidar ações para SEMANA MUNDIAL DE MEIO AMBIENTE.
Data: 16/04/2013 terça-feira
HORÁRIO: 14 HORAS
LOCAL:Sala de reunião da Câmara Municipal de João Monlevade.
Confirmem presença neste e-mail e/ou me liguem.
Abraços!
Atenciosamente,
Fernanda Cristina de Ávila Torre Gomes
Sistema Estadual de Meio Ambiente/IEF
Tema da Semana de Meio Ambiente “Senha Ambiental”
Semana de Meio Ambiente de 03 a 07 de junho de 2013
( aguardando a programação oficial)
Dia 18 de Abril dia do Livro Infantil em Homenagem a Monteiro Lobato
Atividades de Leitura na Escola Estadual Antônio Loureiro Sobrinho desenvolvidas pela
CaL Ana Cristina, caracterizada da Boneca Emília , uma das personagens de Lobato,
com a obra "Narizinho arrebitado"

CaL Maria Helena, CaL Ana Cristina e a Diretora da Escola Terezinha

Alunos caracterizados de personagens de Monteiro Lobato

Professores, Diretora da Escola, Companheiras do Lions Centro e alunos
Dia 19 de Abril DIA DO ÍNDIO
Povos indígenas de Minas Gerais
Indígenas debatem saúde,
demarcação de terra e
até ameaça às etnias
Reivindicações
de atenção à saúde indígena, de demarcação de terras e denúncias de ameaças à
vida de uma comunidade inteira foram os temas que tomaram conta dos debates da
audiência pública da Comissão de Participação Popular (CPP), realizada na
quinta-feira, dia 18, no Plenário da Assembleia Legislativa. O debate integrou
o “Abril Indígena”, evento realizado em parceria pelo Conselho dos Povos
Indígenas (Copimg) e a CPP, pelo quinto ano consecutivo. Para o coordenador do
Copimg, cacique Mesaque Pataxó, o “Abril Indígena” tem sido fundamental para o
diálogo com os poderes públicos e a visibilidade dos problemas que afligem as
comunidades indígena.
A audiência
foi presidida pelo deputado André Quintão e quase 200 índios, representando as
11 etnias que vivem em
Minas Gerais, participaram do debate e das atividades na
Assembleia durante todo o dia. André adiantou que fará requerimentos na próxima
reunião da CPP pedindo providências aos órgãos públicos para os problemas
relatados, com destaque para a proteção aos Indígenas Caxixós, que tiveram
recente vitória de delimitação de Território, mas agora estariam convivendo com
ameças de morte, segundo relato de suas lideranças. Para André, a questão da
terra é prioritária e os indígenas enfrentam lutas muito desiguais na defesa
dos seus direitos. Em relação à saúde indígena, o deputado defendeu a
integração entre os governos federal, estadual e municipais em sua promoção.
Presentes à
audiência, o coordenador regional da Funai, sediada em Governador Valadares,
Tiago Henrique Fiorotti; o representante da Secretaria de Estado da Saúde,
Marcílio Dias de Magalhães, a coordenadora da Secretaria Especial de Saúde
Indígena do Ministério da Saúde, Elizabeth Cristina Gosling, todos se
comprometeram em estreitar o diálogo e buscar soluções compartilhadas para as
comunidades indígenas. Vivem em Minas cerca de 1,75 mil indígenas em 54
aldeias.
Jogos
Indígenas - Bem cedo, os indígenas abriram oficialmente o evento com um rito
religioso na Praça da Assembleia. Às 14h, com a dança Kanan Pataxi, que quer
dizer “Minha Aldeia”, houve o lançamento dos II Jogos Indígenas, que
acontecerão em julho, no município de Carmésia. À exemplo de 2012, os Jogos
Indígenas estão assegurados por Emenda da Comissão de Participação Popular
aprovada ao PPAG. O “Abril Indígena” tem continuidade nesta sexta-feira e
sábado, dias 20 e 21, em Carmésia/MG.
Dia 21 de Abril -
Inconfidência Mineira - Tiradentes

O quadro “Sentença de Tiradentes”: Portugal utilizava a violência como instrumento repressivo.
No
século XVIII, a ascensão da economia mineradora trouxe um intenso
processo de criação de centros urbanos pela colônia acompanhada pela
formação de camadas sociais intermediárias. Os filhos das elites
mineradoras, buscando concluir sua formação educacional, eram enviados
para os principais centros universitários europeus. Nessa época, os
ideais de igualdade e liberdade do pensamento iluminista espalhavam-se
nos meios intelectuais da Europa.
Na segunda metade do século XVIII, a economia mineradora dava seus
primeiros sinais claros de enfraquecimento. O problema do contrabando, o
escasseamento das reservas auríferas e a profunda dependência econômica
fizeram com que Portugal aumentasse os impostos e a fiscalização sobre
as atividades empreendidas na colônia. Entre outras medidas, as cem
arrobas de ouro anuais configuravam uma nova modalidade de cobrança que
tentava garantir os lucros lusitanos.
No entanto, com o progressivo desaparecimento das regiões auríferas, os
colonos tinham grandes dificuldades em cumprir a exigência estabelecida.
Portugal, inconformado com a diminuição dos lucros, resolveu empreender
um novo imposto: a derrama. Sua cobrança serviria para complementar os
valores das dívidas que os mineradores acumulavam junto à Coroa. Sua
arrecadação era feita pelo confisco de bens e propriedades que pudessem
ser de interesse da Coroa.
Esse imposto era extremamente impopular, pois muitos colonos
consideravam sua prática extremamente abusiva. Com isso, as elites
intelectuais e econômicas da economia mineradora, influenciadas pelo
iluminismo, começaram a se articular em oposição à dominação portuguesa.
No ano de 1789, um grupo de poetas, profissionais liberais, mineradores
e fazendeiros tramavam tomar controle de Minas Gerais. O plano seria
colocado em prática em fevereiro de 1789, data marcada para a cobrança
da derrama.
Aproveitando da agitação contra a cobrança do imposto, os inconfidentes
contaram com a mobilização popular para alcançarem seus objetivos. Entre
os inconfidentes estavam poetas como Claudio Manoel da Costa e Tomas
Antonio Gonzaga; os padres Carlos Correia de Toledo, o coronel Joaquim
Silvério dos Reis; e o alferes Tiradentes,
um dos poucos participantes de origem popular dessa rebelião. Eles
iriam proclamar a independência e a proclamação de uma república na
região de Minas.
Com a aproximação da cobrança metropolitana, as reuniões e expectativas
em torno da inconfidência tornavam-se cada vez mais intensas. Chegada a
data da derrama, sua cobrança fora revogada pelas autoridades lusitanas.
Nesse meio tempo, as autoridades metropolitanas estabeleceram um
inquérito para apurar uma denúncia sobre a insurreição na região de
Minas. Através da delação de Joaquim Silvério dos Reis, que denunciou
seus companheiros pelo perdão de suas dívidas, várias pessoas foram
presas pelas autoridades de Portugal.
Tratando-se de um movimento composto por influentes integrantes das
elites, alguns poucos denunciados foram condenados à prisão e ao degredo
na África. O único a assumir as responsabilidades pela trama foi
Tiradentes. Para reprimir outras possíveis revoltas, Portugal decretou o
enforcamento e o esquartejamento do inconfidente de origem menos
abastada. Seu corpo foi exposto nas vias que davam acesso a Minas
Gerais. Era o fim da Inconfidência Mineira.
Mesmo tendo caráter separatista, os inconfidentes impunham limites ao
seu projeto. Não pretendiam dar fim à escravidão africana e não possuíam
algum tipo de ideal que lutasse pela independência da “nação
brasileira”. Dessa forma, podemos ver que a inconfidência foi um
movimento restrito e incapaz de articular algum tipo de mobilização que
definitivamente desse fim à exploração colonial lusitana.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
DIA 22 DE ABRIL
Descobrimento do Brasil

Pedro Álvares Cabral- Dom Manuel -Duarte Pacheco- figuras Centrais
Ainda
hoje, a data de 22 de abril é marcada oficialmente como o dia em que a
Coroa Portuguesa anunciou o descobrimento das terras brasileiras.
Durante muito tempo, esse evento de dimensões históricas foi
interpretado como o resultado de uma aventura realizada por corajosos
homens do mar que se lançaram ao desconhecido e encontraram uma nova
terra. Contudo, apesar de empolgante, existem outras questões por trás
dessa versão da história que marcou o ano de 1500.
Mesmo antes de chegar ao Brasil, a Coroa
Portuguesa estava inserida em uma acirrada disputa econômica onde os
estados nacionais europeus disputavam a expansão de suas atividades
mercantis. Dessa forma, cada avanço tecnológico, terra conquistada ou
rota descoberta tornava-se um precioso “segredo de Estado”. Antes de
sair anunciando uma conquista aos quatro ventos, os governantes daquela
época avaliavam minuciosamente os interesses e circunstâncias que
envolviam esse tipo de exposição.
Uma das primeiras pistas que nos indicam esse tipo de planejamento envolvendo o descobrimento do Brasil
se deu quando Portugal exigiu a anulação da Bula Inter Coetera e a
assinatura do Tratado de Tordesilhas. Afinal de contas, por que os
portugueses repentinamente chegaram à conclusão de que uma nova divisão
das terras coloniais deveria ser realizada? De fato, essa é uma das
muitas outras questões que fazem a versão romântica do descobrimento
cair por terra.
Quando chegamos em 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou que o
navegante Pedro Álvares Cabral organizasse uma esquadra que, segundo
consta, deveria aportar na Índia. Para tal propósito foi designada o uso
de oito naus, três caravelas, um navio de mantimentos e uma caravela
mercante. Além disso, foram convocados aproximadamente 1500 homens,
incluindo capitães, tripulantes, soldados e autoridades religiosas.
Entre esses vários participantes da viagem marítima estava o cosmógrafo
Duarte Pacheco da Costa, que, segundo aponta alguns historiadores, tinha
participado de uma expedição secreta que já havia chegado ao Brasil no
ano de 1498. Além disso, um ano após essa sigilosa viagem, outros
indícios apontam que os navegadores Américo Vespúcio e Vicente Pinzón
também fizeram uma breve visita ao Brasil. Mais uma vez, fica difícil
acreditar que os portugueses não sabiam o que estavam fazendo.
Para celebrar a partida de Pedro Álvares Cabral e seus experientes
auxiliares para essa viagem ao Oriente, o rei organizou uma enorme festa
de comemoração que contou com a presença de espiões de outras nações
mercantis da Europa. Dessa forma, nada poderia levar a crer que os
dirigentes portugueses tinham outro plano, senão, circunavegar a costa
africana e – assim como Vasco da Gama – realizar um novo contato
comercial com os indianos.
Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral
“repentinamente” seguiu uma rota marítima completamente inesperada. As
embarcações tomaram distância da costa africana e realizaram uma
passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma
viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Passados exatos
trinta dias da passagem por Cabo Verde, os navegantes portugueses
avistaram o famoso Monte Pascoal.
Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o
escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha, se pôs a tecer um relato sobre
as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus
companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral
não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas
terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o
navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero
Vaz ao rei.
Apesar de tantas evidências justificarem a ação premeditada dos
portugueses, não podemos deixar de salientar que o enfrentamento dos
mares era uma tarefa de grande peso. As más condições de higiene, a
falta de água e alimentos tornava a viagem um admirável desafio. Além
disso, só depois da oficialização feita em 1500 é que se vivenciaram os
tantos outros episódios que, ao longo dos séculos, explica a peculiar
formação da nação brasileira.
Por Rainer Sousa
Mestre em História-( BRASIL ESCOLA)
Lions contra drogas a favor da vida
Adolescentes x Drogas: Mitos e Realidade
CL Hamilton Henrique Siqueira
RIO NOVO - Mobilização e articulações para a criação do COMAD
A
bela cidade de Rio Novo entra definitivamente na luta contra as Drogas.
Em uma importante ação articulada pelo Companheiro Leão e vereador Eder Lima e a Secretaria de Assistencia Social de Rio Novo Ana Claudia Nascimento, com total apoio da Prefeita Virginia Ferraz, Rio Novo se prepara para criar o seu
Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas.

Simbolicamente invocando a DeusAna Cláudia com Eder Lima e Hamilton Henrique Siqueira parceria para avançar rumo ao COMAD

CL Hamilton, a prefeita Virgínia Ferraz e o Vice-prefeito André

CL Hamilton eo PROERD

CL Hamilton fazendo a palestra abordando "Escolhas"

Parte do público presente

Autoridades locais e companheiros do Lions envolvidos neste mister.
Visita do Governador do distrito LC12 Guttemberg Uchôa e do Vice-Governador José Maria e sua DM Marli à Cidade Administrativa de Minas Gerais como CL Hamilton e o Secretário Clóves Benevides

O Lions DLC12 reconhecendo e registrando seus respeitos ao nosso ícone nas políticas sobre Drogas, Dr. Cloves Benevides
mais noBlog do CL Hamilton Henrique Siqueira.
Incentivo à Vacinação contra a Gripe e orientação e confecção de Armadilhas para Mosquitos da Dengue
no Grupo da Convivência Feliz ( terceira Idade)

Semana de Meio Ambiente de 03 a 07 de junho de 2013
( aguardando a programação oficial)
Dia 18 de Abril dia do Livro Infantil em Homenagem a Monteiro Lobato
Atividades de Leitura na Escola Estadual Antônio Loureiro Sobrinho desenvolvidas pela
CaL Ana Cristina, caracterizada da Boneca Emília , uma das personagens de Lobato,
com a obra "Narizinho arrebitado"
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| CaL Maria Helena, CaL Ana Cristina e a Diretora da Escola Terezinha |
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| Alunos caracterizados de personagens de Monteiro Lobato |
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| Professores, Diretora da Escola, Companheiras do Lions Centro e alunos |
Dia 19 de Abril DIA DO ÍNDIO
Povos indígenas de Minas Gerais
Indígenas debatem saúde,
demarcação de terra e
até ameaça às etnias
Reivindicações
de atenção à saúde indígena, de demarcação de terras e denúncias de ameaças à
vida de uma comunidade inteira foram os temas que tomaram conta dos debates da
audiência pública da Comissão de Participação Popular (CPP), realizada na
quinta-feira, dia 18, no Plenário da Assembleia Legislativa. O debate integrou
o “Abril Indígena”, evento realizado em parceria pelo Conselho dos Povos
Indígenas (Copimg) e a CPP, pelo quinto ano consecutivo. Para o coordenador do
Copimg, cacique Mesaque Pataxó, o “Abril Indígena” tem sido fundamental para o
diálogo com os poderes públicos e a visibilidade dos problemas que afligem as
comunidades indígena.
A audiência
foi presidida pelo deputado André Quintão e quase 200 índios, representando as
11 etnias que vivem em
Minas Gerais, participaram do debate e das atividades na
Assembleia durante todo o dia. André adiantou que fará requerimentos na próxima
reunião da CPP pedindo providências aos órgãos públicos para os problemas
relatados, com destaque para a proteção aos Indígenas Caxixós, que tiveram
recente vitória de delimitação de Território, mas agora estariam convivendo com
ameças de morte, segundo relato de suas lideranças. Para André, a questão da
terra é prioritária e os indígenas enfrentam lutas muito desiguais na defesa
dos seus direitos. Em relação à saúde indígena, o deputado defendeu a
integração entre os governos federal, estadual e municipais em sua promoção.
Presentes à
audiência, o coordenador regional da Funai, sediada em Governador Valadares,
Tiago Henrique Fiorotti; o representante da Secretaria de Estado da Saúde,
Marcílio Dias de Magalhães, a coordenadora da Secretaria Especial de Saúde
Indígena do Ministério da Saúde, Elizabeth Cristina Gosling, todos se
comprometeram em estreitar o diálogo e buscar soluções compartilhadas para as
comunidades indígenas. Vivem em Minas cerca de 1,75 mil indígenas em 54
aldeias.
Jogos Indígenas - Bem cedo, os indígenas abriram oficialmente o evento com um rito religioso na Praça da Assembleia. Às 14h, com a dança Kanan Pataxi, que quer dizer “Minha Aldeia”, houve o lançamento dos II Jogos Indígenas, que acontecerão em julho, no município de Carmésia. À exemplo de 2012, os Jogos Indígenas estão assegurados por Emenda da Comissão de Participação Popular aprovada ao PPAG. O “Abril Indígena” tem continuidade nesta sexta-feira e sábado, dias 20 e 21, em Carmésia/MG.
Dia 21 de Abril -
Inconfidência Mineira - Tiradentes

O quadro “Sentença de Tiradentes”: Portugal utilizava a violência como instrumento repressivo.
No
século XVIII, a ascensão da economia mineradora trouxe um intenso
processo de criação de centros urbanos pela colônia acompanhada pela
formação de camadas sociais intermediárias. Os filhos das elites
mineradoras, buscando concluir sua formação educacional, eram enviados
para os principais centros universitários europeus. Nessa época, os
ideais de igualdade e liberdade do pensamento iluminista espalhavam-se
nos meios intelectuais da Europa.
Na segunda metade do século XVIII, a economia mineradora dava seus primeiros sinais claros de enfraquecimento. O problema do contrabando, o escasseamento das reservas auríferas e a profunda dependência econômica fizeram com que Portugal aumentasse os impostos e a fiscalização sobre as atividades empreendidas na colônia. Entre outras medidas, as cem arrobas de ouro anuais configuravam uma nova modalidade de cobrança que tentava garantir os lucros lusitanos.
No entanto, com o progressivo desaparecimento das regiões auríferas, os colonos tinham grandes dificuldades em cumprir a exigência estabelecida. Portugal, inconformado com a diminuição dos lucros, resolveu empreender um novo imposto: a derrama. Sua cobrança serviria para complementar os valores das dívidas que os mineradores acumulavam junto à Coroa. Sua arrecadação era feita pelo confisco de bens e propriedades que pudessem ser de interesse da Coroa.
Esse imposto era extremamente impopular, pois muitos colonos consideravam sua prática extremamente abusiva. Com isso, as elites intelectuais e econômicas da economia mineradora, influenciadas pelo iluminismo, começaram a se articular em oposição à dominação portuguesa. No ano de 1789, um grupo de poetas, profissionais liberais, mineradores e fazendeiros tramavam tomar controle de Minas Gerais. O plano seria colocado em prática em fevereiro de 1789, data marcada para a cobrança da derrama.
Aproveitando da agitação contra a cobrança do imposto, os inconfidentes contaram com a mobilização popular para alcançarem seus objetivos. Entre os inconfidentes estavam poetas como Claudio Manoel da Costa e Tomas Antonio Gonzaga; os padres Carlos Correia de Toledo, o coronel Joaquim Silvério dos Reis; e o alferes Tiradentes, um dos poucos participantes de origem popular dessa rebelião. Eles iriam proclamar a independência e a proclamação de uma república na região de Minas.
Com a aproximação da cobrança metropolitana, as reuniões e expectativas em torno da inconfidência tornavam-se cada vez mais intensas. Chegada a data da derrama, sua cobrança fora revogada pelas autoridades lusitanas. Nesse meio tempo, as autoridades metropolitanas estabeleceram um inquérito para apurar uma denúncia sobre a insurreição na região de Minas. Através da delação de Joaquim Silvério dos Reis, que denunciou seus companheiros pelo perdão de suas dívidas, várias pessoas foram presas pelas autoridades de Portugal.
Tratando-se de um movimento composto por influentes integrantes das elites, alguns poucos denunciados foram condenados à prisão e ao degredo na África. O único a assumir as responsabilidades pela trama foi Tiradentes. Para reprimir outras possíveis revoltas, Portugal decretou o enforcamento e o esquartejamento do inconfidente de origem menos abastada. Seu corpo foi exposto nas vias que davam acesso a Minas Gerais. Era o fim da Inconfidência Mineira.
Mesmo tendo caráter separatista, os inconfidentes impunham limites ao seu projeto. Não pretendiam dar fim à escravidão africana e não possuíam algum tipo de ideal que lutasse pela independência da “nação brasileira”. Dessa forma, podemos ver que a inconfidência foi um movimento restrito e incapaz de articular algum tipo de mobilização que definitivamente desse fim à exploração colonial lusitana.
Por Rainer SousaNa segunda metade do século XVIII, a economia mineradora dava seus primeiros sinais claros de enfraquecimento. O problema do contrabando, o escasseamento das reservas auríferas e a profunda dependência econômica fizeram com que Portugal aumentasse os impostos e a fiscalização sobre as atividades empreendidas na colônia. Entre outras medidas, as cem arrobas de ouro anuais configuravam uma nova modalidade de cobrança que tentava garantir os lucros lusitanos.
No entanto, com o progressivo desaparecimento das regiões auríferas, os colonos tinham grandes dificuldades em cumprir a exigência estabelecida. Portugal, inconformado com a diminuição dos lucros, resolveu empreender um novo imposto: a derrama. Sua cobrança serviria para complementar os valores das dívidas que os mineradores acumulavam junto à Coroa. Sua arrecadação era feita pelo confisco de bens e propriedades que pudessem ser de interesse da Coroa.
Esse imposto era extremamente impopular, pois muitos colonos consideravam sua prática extremamente abusiva. Com isso, as elites intelectuais e econômicas da economia mineradora, influenciadas pelo iluminismo, começaram a se articular em oposição à dominação portuguesa. No ano de 1789, um grupo de poetas, profissionais liberais, mineradores e fazendeiros tramavam tomar controle de Minas Gerais. O plano seria colocado em prática em fevereiro de 1789, data marcada para a cobrança da derrama.
Aproveitando da agitação contra a cobrança do imposto, os inconfidentes contaram com a mobilização popular para alcançarem seus objetivos. Entre os inconfidentes estavam poetas como Claudio Manoel da Costa e Tomas Antonio Gonzaga; os padres Carlos Correia de Toledo, o coronel Joaquim Silvério dos Reis; e o alferes Tiradentes, um dos poucos participantes de origem popular dessa rebelião. Eles iriam proclamar a independência e a proclamação de uma república na região de Minas.
Com a aproximação da cobrança metropolitana, as reuniões e expectativas em torno da inconfidência tornavam-se cada vez mais intensas. Chegada a data da derrama, sua cobrança fora revogada pelas autoridades lusitanas. Nesse meio tempo, as autoridades metropolitanas estabeleceram um inquérito para apurar uma denúncia sobre a insurreição na região de Minas. Através da delação de Joaquim Silvério dos Reis, que denunciou seus companheiros pelo perdão de suas dívidas, várias pessoas foram presas pelas autoridades de Portugal.
Tratando-se de um movimento composto por influentes integrantes das elites, alguns poucos denunciados foram condenados à prisão e ao degredo na África. O único a assumir as responsabilidades pela trama foi Tiradentes. Para reprimir outras possíveis revoltas, Portugal decretou o enforcamento e o esquartejamento do inconfidente de origem menos abastada. Seu corpo foi exposto nas vias que davam acesso a Minas Gerais. Era o fim da Inconfidência Mineira.
Mesmo tendo caráter separatista, os inconfidentes impunham limites ao seu projeto. Não pretendiam dar fim à escravidão africana e não possuíam algum tipo de ideal que lutasse pela independência da “nação brasileira”. Dessa forma, podemos ver que a inconfidência foi um movimento restrito e incapaz de articular algum tipo de mobilização que definitivamente desse fim à exploração colonial lusitana.
Graduado em História
DIA 22 DE ABRIL
Descobrimento do Brasil
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| Pedro Álvares Cabral- Dom Manuel -Duarte Pacheco- figuras Centrais |
Ainda hoje, a data de 22 de abril é marcada oficialmente como o dia em que a Coroa Portuguesa anunciou o descobrimento das terras brasileiras. Durante muito tempo, esse evento de dimensões históricas foi interpretado como o resultado de uma aventura realizada por corajosos homens do mar que se lançaram ao desconhecido e encontraram uma nova terra. Contudo, apesar de empolgante, existem outras questões por trás dessa versão da história que marcou o ano de 1500.
Mesmo antes de chegar ao Brasil, a Coroa
Portuguesa estava inserida em uma acirrada disputa econômica onde os
estados nacionais europeus disputavam a expansão de suas atividades
mercantis. Dessa forma, cada avanço tecnológico, terra conquistada ou
rota descoberta tornava-se um precioso “segredo de Estado”. Antes de
sair anunciando uma conquista aos quatro ventos, os governantes daquela
época avaliavam minuciosamente os interesses e circunstâncias que
envolviam esse tipo de exposição.
Uma das primeiras pistas que nos indicam esse tipo de planejamento envolvendo o descobrimento do Brasil se deu quando Portugal exigiu a anulação da Bula Inter Coetera e a assinatura do Tratado de Tordesilhas. Afinal de contas, por que os portugueses repentinamente chegaram à conclusão de que uma nova divisão das terras coloniais deveria ser realizada? De fato, essa é uma das muitas outras questões que fazem a versão romântica do descobrimento cair por terra.
Quando chegamos em 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou que o navegante Pedro Álvares Cabral organizasse uma esquadra que, segundo consta, deveria aportar na Índia. Para tal propósito foi designada o uso de oito naus, três caravelas, um navio de mantimentos e uma caravela mercante. Além disso, foram convocados aproximadamente 1500 homens, incluindo capitães, tripulantes, soldados e autoridades religiosas.
Entre esses vários participantes da viagem marítima estava o cosmógrafo Duarte Pacheco da Costa, que, segundo aponta alguns historiadores, tinha participado de uma expedição secreta que já havia chegado ao Brasil no ano de 1498. Além disso, um ano após essa sigilosa viagem, outros indícios apontam que os navegadores Américo Vespúcio e Vicente Pinzón também fizeram uma breve visita ao Brasil. Mais uma vez, fica difícil acreditar que os portugueses não sabiam o que estavam fazendo.
Para celebrar a partida de Pedro Álvares Cabral e seus experientes auxiliares para essa viagem ao Oriente, o rei organizou uma enorme festa de comemoração que contou com a presença de espiões de outras nações mercantis da Europa. Dessa forma, nada poderia levar a crer que os dirigentes portugueses tinham outro plano, senão, circunavegar a costa africana e – assim como Vasco da Gama – realizar um novo contato comercial com os indianos.
Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral “repentinamente” seguiu uma rota marítima completamente inesperada. As embarcações tomaram distância da costa africana e realizaram uma passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Passados exatos trinta dias da passagem por Cabo Verde, os navegantes portugueses avistaram o famoso Monte Pascoal.
Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha, se pôs a tecer um relato sobre as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero Vaz ao rei.
Apesar de tantas evidências justificarem a ação premeditada dos portugueses, não podemos deixar de salientar que o enfrentamento dos mares era uma tarefa de grande peso. As más condições de higiene, a falta de água e alimentos tornava a viagem um admirável desafio. Além disso, só depois da oficialização feita em 1500 é que se vivenciaram os tantos outros episódios que, ao longo dos séculos, explica a peculiar formação da nação brasileira.
Por Rainer SousaUma das primeiras pistas que nos indicam esse tipo de planejamento envolvendo o descobrimento do Brasil se deu quando Portugal exigiu a anulação da Bula Inter Coetera e a assinatura do Tratado de Tordesilhas. Afinal de contas, por que os portugueses repentinamente chegaram à conclusão de que uma nova divisão das terras coloniais deveria ser realizada? De fato, essa é uma das muitas outras questões que fazem a versão romântica do descobrimento cair por terra.
Quando chegamos em 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou que o navegante Pedro Álvares Cabral organizasse uma esquadra que, segundo consta, deveria aportar na Índia. Para tal propósito foi designada o uso de oito naus, três caravelas, um navio de mantimentos e uma caravela mercante. Além disso, foram convocados aproximadamente 1500 homens, incluindo capitães, tripulantes, soldados e autoridades religiosas.
Entre esses vários participantes da viagem marítima estava o cosmógrafo Duarte Pacheco da Costa, que, segundo aponta alguns historiadores, tinha participado de uma expedição secreta que já havia chegado ao Brasil no ano de 1498. Além disso, um ano após essa sigilosa viagem, outros indícios apontam que os navegadores Américo Vespúcio e Vicente Pinzón também fizeram uma breve visita ao Brasil. Mais uma vez, fica difícil acreditar que os portugueses não sabiam o que estavam fazendo.
Para celebrar a partida de Pedro Álvares Cabral e seus experientes auxiliares para essa viagem ao Oriente, o rei organizou uma enorme festa de comemoração que contou com a presença de espiões de outras nações mercantis da Europa. Dessa forma, nada poderia levar a crer que os dirigentes portugueses tinham outro plano, senão, circunavegar a costa africana e – assim como Vasco da Gama – realizar um novo contato comercial com os indianos.
Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral “repentinamente” seguiu uma rota marítima completamente inesperada. As embarcações tomaram distância da costa africana e realizaram uma passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Passados exatos trinta dias da passagem por Cabo Verde, os navegantes portugueses avistaram o famoso Monte Pascoal.
Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha, se pôs a tecer um relato sobre as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero Vaz ao rei.
Apesar de tantas evidências justificarem a ação premeditada dos portugueses, não podemos deixar de salientar que o enfrentamento dos mares era uma tarefa de grande peso. As más condições de higiene, a falta de água e alimentos tornava a viagem um admirável desafio. Além disso, só depois da oficialização feita em 1500 é que se vivenciaram os tantos outros episódios que, ao longo dos séculos, explica a peculiar formação da nação brasileira.
Mestre em História-( BRASIL ESCOLA)
Lions contra drogas a favor da vida
Adolescentes x Drogas: Mitos e Realidade
CL Hamilton Henrique Siqueira
RIO NOVO - Mobilização e articulações para a criação do COMAD
A
bela cidade de Rio Novo entra definitivamente na luta contra as Drogas.
Em uma importante ação articulada pelo Companheiro Leão e vereador Eder Lima e a Secretaria de Assistencia Social de Rio Novo Ana Claudia Nascimento, com total apoio da Prefeita Virginia Ferraz, Rio Novo se prepara para criar o seu
Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas.
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| Simbolicamente invocando a DeusAna Cláudia com Eder Lima e Hamilton Henrique Siqueira parceria para avançar rumo ao COMAD |
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| CL Hamilton, a prefeita Virgínia Ferraz e o Vice-prefeito André |
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| CL Hamilton eo PROERD |
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| CL Hamilton fazendo a palestra abordando "Escolhas" |
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| Parte do público presente |
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| Autoridades locais e companheiros do Lions envolvidos neste mister. |
Visita do Governador do distrito LC12 Guttemberg Uchôa e do Vice-Governador José Maria e sua DM Marli à Cidade Administrativa de Minas Gerais como CL Hamilton e o Secretário Clóves Benevides
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| O Lions DLC12 reconhecendo e registrando seus respeitos ao nosso ícone nas políticas sobre Drogas, Dr. Cloves Benevides |
mais noBlog do CL Hamilton Henrique Siqueira.
Incentivo à Vacinação contra a Gripe e orientação e confecção de Armadilhas para Mosquitos da Dengue
no Grupo da Convivência Feliz ( terceira Idade)












































































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